as asas do tempo, a tristeza (ou a angústia, ou a ansiedade inconsequente, ou as pequenas tragédias contínuas, ou…) vai-se embora…” (La Fontaine).
Há coisa melhor do que bons amigos, sem economia com doces palavras, e na mais certa hora?
Agradecimentos do dono do boteco a Sandrex, Cabamacho (que está cada vez mais, er, impublicável…), Allan e Afonso pelas pílulas abaixo, doadas em algum dia perdido de 2007.
Sandra: Ai, Ju. Que coisa… Não fica assim. Pode dar certo numa outra ocasião. E aí você fica aqui, pertinho da gente. Beijos duplos.
Cabamacho: Mas rapaz, se esquente, não. O mundo não acabou por isso, não é mesmo? Pense, um chifre poderia até ser pior.
Allan: Cada um sabe a dimensão da própria dor, mas ela não deve ser maior do que podemos suportar. Não espere nada, não espere por ninguém. Faça seu próprio caminho e nunca desanime. Só não pare de caminhar.
D. Afonso XX o Chato: Putz, que sacanagem. Mas enfim, fechada uma porta, quantas janelas podemos abrir? abs e nada que o tempo não resolva.
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Necessário dizer que estou felicíssimo?